<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:psc="http://podlove.org/simple-chapters" xmlns:podcast="https://podcastindex.org/namespace/1.0"><channel><title><![CDATA[Variável Omitida]]></title><description><![CDATA[<p>Um podcast sobre economia e políticas públicas: evidências, pesquisas, dados e os grandes temas da economia. Aqui a gente fala sobre o que os números contam e, também, sobre o que eles não contam. Apresentado pelos economistas Lizandra Teider e Marco Cavalieri. Variável omitida é um conceito da econometria. Acontece quando algo importante fica de fora da análise — e aí os resultados ficam enviesados, mesmo que os dados sejam corretos. No debate econômico e sobre políticas públicas, sempre tem alguma coisa faltando. E a gente vai atrás.</p>]]></description><link>https://podcasters.spotify.com/pod/show/marco459</link><generator>Riverside.fm (https://riverside.com)</generator><lastBuildDate>Sun, 27 Sep 2026 02:48:18 GMT</lastBuildDate><atom:link href="https://api.riverside.com/hosting/KRLj52GQ.rss" rel="self" type="application/rss+xml"/><author><![CDATA[Marco Cavalieri e Lizandra Teider]]></author><pubDate>Wed, 08 Jul 2026 19:27:34 GMT</pubDate><copyright><![CDATA[2026 Marco Cavalieri e Lizandra Teider]]></copyright><language><![CDATA[pt]]></language><ttl>60</ttl><category><![CDATA[Business]]></category><category><![CDATA[Science]]></category><itunes:author>Marco Cavalieri e Lizandra Teider</itunes:author><itunes:summary>&lt;p&gt;Um podcast sobre economia e políticas públicas: evidências, pesquisas, dados e os grandes temas da economia. Aqui a gente fala sobre o que os números contam e, também, sobre o que eles não contam. Apresentado pelos economistas Lizandra Teider e Marco Cavalieri. Variável omitida é um conceito da econometria. Acontece quando algo importante fica de fora da análise — e aí os resultados ficam enviesados, mesmo que os dados sejam corretos. No debate econômico e sobre políticas públicas, sempre tem alguma coisa faltando. E a gente vai atrás.&lt;/p&gt;</itunes:summary><itunes:type>episodic</itunes:type><itunes:owner><itunes:name>Marco Cavalieri e Lizandra Teider</itunes:name><itunes:email>cavaga@uol.com.br</itunes:email></itunes:owner><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:category text="Business"/><itunes:category text="Science"/><itunes:image href="https://hosting-media.riverside.com/media/imports/podcasts/3425be23-39f6-4351-a7fd-90fe7ae3577e/46290454-1783537175049-c37554073d0d.jpg"/><item><title><![CDATA[#2 - Economia, Ciência e Neutralidade]]></title><description><![CDATA[<p>Uma ciência consegue separar fatos de opiniões? Quando essa pergunta é feita sobre a economia, o debate ganha contornos de batalha, porque o que ela diz pode virar políticas públicas, mexer com grandes montantes de recursos e mobilizar o embate político.</p><p></p><p>Desde o iluminismo e, mais ainda, desde a revolução industrial, a ciência se tornou um conhecimento muito respeitado pelos progressos que proporcionou — cura de doenças, tecnologias de fabricação, de transporte e comunicações, etc. Mesmo nas áreas sociais, como na administração, economia e contabilidade, ela aumentou a produtividade e facilitou a vida em geral. Mas conquistou esse lugar privilegiado pela promessa de objetividade, isto é, separar fatos de opiniões, previsões precisas de adivinhações, prescrições de pura superstição.</p><p>Ao longo do século XX, filósofos e historiadores da ciência, assim como cientistas, passaram a questionar em que medida a ciência é mesmo plenamente objetiva. Mas mesmo entre cientistas, esse debate sofre com duas respostas fáceis e errradas: ou a economia é tudo subjetividade, sem valia para decidir disputas entre fatos e opiniões, ou bem ela divide, sem margem para dúvida, o que as coisas objetivamente são do que alguém acha que elas são.</p><p></p><p>Nesse episódio procuramos desviar desses raciocínios simplistas e discutir as respostas que filósofos da ciência e economistas já deram sobre o assunto. </p><p></p><p>Badiei, S., &amp; Grivaux, A. (Orgs.). (2022). The positive and the normative in economic thought. Routledge. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.routledge.com/The-Positive-and-the-Normative-in-Economic-Thought/Badiei-Grivaux/p/book/9781032161563" target="_blank">https://www.routledge.com/The-Positive-and-the-Normative-in-Economic-Thought/Badiei-Grivaux/p/book/9781032161563</a></p><p></p><p>Borjas, G. J., &amp; Breznau, N. (2024). Ideological bias in estimates of the impact of immigration (NBER Working Paper No. 33274). National Bureau of Economic Research. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nber.org/system/files/working_papers/w33274/w33274.pdf" target="_blank">https://www.nber.org/system/files/working_papers/w33274/w33274.pdf</a></p><p></p><p>Cavalieri, M. A. R. (2007). Como os economistas discordam: um ensaio metodológico sobre o "contexto da descoberta" em economia. Estudos Econômicos (São Paulo), 37(2), 373–403. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1590/S0101-41612007000200006" target="_blank">https://doi.org/10.1590/S0101-41612007000200006</a></p><p></p><p>Javdani, M., &amp; Chang, H.-J. (2019). Who said or what said? Estimating ideological bias in views among economists (IZA Discussion Paper No. 12738). Institute of Labor Economics. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://docs.iza.org/dp12738.pdf" target="_blank">https://docs.iza.org/dp12738.pdf</a></p><p></p><p>Perissinotto, R. M., Cavalieri, M. A. R., Dantas, E. G., &amp; Dias, R. P. (2017). Redes sociais e recrutamento: o caso dos diretores e presidentes do Banco Central do Brasil (1994–2016). Tempo Social, 29(3), 61–82. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.11606/0103-2070.ts.2017.125881" target="_blank">https://doi.org/10.11606/0103-2070.ts.2017.125881</a></p><p></p><p>Shiller, R. J. (2019). Narrative economics: How stories go viral and drive major economic events. Princeton University Press. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://press.princeton.edu/books/hardcover/9780691182292/narrative-economics" target="_blank">https://press.princeton.edu/books/hardcover/9780691182292/narrative-economics</a></p>]]></description><guid isPermaLink="false">ab233cea-b258-4220-bc9c-e0963cb70dd2</guid><dc:creator><![CDATA[Marco Cavalieri e Lizandra Teider]]></dc:creator><pubDate>Sat, 15 Aug 2026 11:59:17 GMT</pubDate><enclosure url="https://api.riverside.com/hosting-analytics/media/3109f4cbaf3d43543a33924e73dc46c773e26cae189399a4ecefa23fb9574701/eyJlcGlzb2RlSWQiOiJhYjIzM2NlYS1iMjU4LTQyMjAtYmM5Yy1lMDk2M2NiNzBkZDIiLCJwb2RjYXN0SWQiOiIzNDI1YmUyMy0zOWY2LTQzNTEtYTdmZC05MGZlN2FlMzU3N2UiLCJhY2NvdW50SWQiOiI2YTJlZDY2YjVjOWU1MDNjZWEwMjU4MzkiLCJwYXRoIjoibWVkaWEvY2xpcHMvNmE4MDU0OTU3MDYyYzE5NGIyYmE3ODhmL21hcmNvcy1zdHVkaW8tSENmejItY29tcG9zZXItMjAyNi04LTE1X18xMy01OS0xNy5tcDMifQ==.mp3" length="123589842" type="audio/mpeg"/><podcast:transcript url="https://hosting-media.riverside.com/media/podcasts/3425be23-39f6-4351-a7fd-90fe7ae3577e/episodes/ab233cea-b258-4220-bc9c-e0963cb70dd2/transcripts.txt" type="text/plain"/><itunes:summary>&lt;p&gt;Uma ciência consegue separar fatos de opiniões? Quando essa pergunta é feita sobre a economia, o debate ganha contornos de batalha, porque o que ela diz pode virar políticas públicas, mexer com grandes montantes de recursos e mobilizar o embate político.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Desde o iluminismo e, mais ainda, desde a revolução industrial, a ciência se tornou um conhecimento muito respeitado pelos progressos que proporcionou — cura de doenças, tecnologias de fabricação, de transporte e comunicações, etc. Mesmo nas áreas sociais, como na administração, economia e contabilidade, ela aumentou a produtividade e facilitou a vida em geral. Mas conquistou esse lugar privilegiado pela promessa de objetividade, isto é, separar fatos de opiniões, previsões precisas de adivinhações, prescrições de pura superstição.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao longo do século XX, filósofos e historiadores da ciência, assim como cientistas, passaram a questionar em que medida a ciência é mesmo plenamente objetiva. Mas mesmo entre cientistas, esse debate sofre com duas respostas fáceis e errradas: ou a economia é tudo subjetividade, sem valia para decidir disputas entre fatos e opiniões, ou bem ela divide, sem margem para dúvida, o que as coisas objetivamente são do que alguém acha que elas são.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse episódio procuramos desviar desses raciocínios simplistas e discutir as respostas que filósofos da ciência e economistas já deram sobre o assunto. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Badiei, S., &amp;amp; Grivaux, A. (Orgs.). (2022). The positive and the normative in economic thought. 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Mas antes que o assunto esfrie e talvez como uma cura para a ressaca de Copa, o Variável Omitida vai tratar da economia da Copa do Mundo. <br /><br />Nesse episódio, trazemos conjecturas, teorias, dados e opiniões de pesquisadores que estudam os chamados mega-eventos esportivos, em particular a Copa do Mundo da FIFA. A principal conclusão de todos eles é sobre como esse tipo de evento é sempre deficitário. <br /><br />Contudo, embora na hora de “passar a régua” a conta de receitas e despesas sempre seja negativa, há quem sempre fique com os lucros e quem sempre fica com o prejuízo.</p><p></p><p>E há ainda, do ponto de vista das escolhas de políticas públicas, aquilo que ficou gravado na sinceridade de um dos nossos maiores ídolos futebolísticos. Ao ser perguntado se a população não preferiria a construção de hospitais aos estádios antes da Copa de 2014, Ronaldo Fenômeno vaticinou: “Copa não se faz com hospitais, Copa se faz com estádios”. </p><p></p><p>Artigo do professor Victor Matheson sobre a Economia das Copas: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://crossworks.holycross.edu/econ_working_papers/180/" target="_blank">https://crossworks.holycross.edu/econ_working_papers/180/</a> </p><p></p><p>Artigos dos pesquisadores da Universidade de Lausanne sobre custos e receitas dos megaeventos: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://api.unil.ch/iris/server/api/core/bitstreams/ea19915c-3c0d-4901-8446-76b48a90cdee/content" target="_blank">https://api.unil.ch/iris/server/api/core/bitstreams/ea19915c-3c0d-4901-8446-76b48a90cdee/content</a> (Martin Müller, David Gogishvili e Sven Daniel Wolfe)</p><p></p><p>Artigo de Bent Flyvbjerg sobre os quatro fatores “sublimes” dos megaprojetos: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=2424835" target="_blank">https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=2424835</a> </p><p></p><p>Artigo sobre a promessa de Infantino de quadruplicar as receitas da FIFA, as reestruturações da Copa do Mundo de 2026, a avaliação do controlador-geral de Nova Iorque e a opinião do prof. Victor Matheson sobre a injustiça da Copa no artigo da Fortune, as reservas canceladas da FIFA e os preços dos trens para Nova Jersey: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://fortune.com/2026/06/19/fifa-biggest-payday-world-cup-history-host-cities-foot-bill/" target="_blank">https://fortune.com/2026/06/19/fifa-biggest-payday-world-cup-history-host-cities-foot-bill/</a></p><p></p><p>Link do relatório da Associação de Hotéis dos Estados Unidos: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ahla.com/resource/us-hotel-outlook-report-fifa-world-cup-2026" target="_blank">https://www.ahla.com/resource/us-hotel-outlook-report-fifa-world-cup-2026</a></p><p></p><p>Relatório do FMI sobre a Copa do Catar: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.imf.org/-/media/files/publications/selected-issues-papers/2024/english/sipea2024011.pdf" target="_blank">https://www.imf.org/-/media/files/publications/selected-issues-papers/2024/english/sipea2024011.pdf</a></p><p></p><p></p><p>Imagens de IA criados com Google Gemini</p>]]></description><guid isPermaLink="false">61da89ec-4233-4f1d-aea6-0e18d678ec67</guid><dc:creator><![CDATA[Marco Cavalieri e Lizandra Teider]]></dc:creator><pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:17:41 GMT</pubDate><enclosure url="https://api.riverside.com/hosting-analytics/media/1e5470c8914a999f5438e85104ec591be28e13e46f07711039acabbad89b697f/eyJlcGlzb2RlSWQiOiI2MWRhODllYy00MjMzLTRmMWQtYWVhNi0wZTE4ZDY3OGVjNjciLCJwb2RjYXN0SWQiOiIzNDI1YmUyMy0zOWY2LTQzNTEtYTdmZC05MGZlN2FlMzU3N2UiLCJhY2NvdW50SWQiOiI2YTJlZDY2YjVjOWU1MDNjZWEwMjU4MzkiLCJwYXRoIjoibWVkaWEvY2xpcHMvNmE2MGI2NzliMTIzNDUwYTZiOGZmNTMwL21hcmNvcy1zdHVkaW8tSENmejItY29tcG9zZXItMjAyNi03LTIyX18xNC0yNC0yNS5tcDMifQ==.mp3" length="97021013" type="audio/mpeg"/><podcast:transcript url="https://hosting-media.riverside.com/media/podcasts/3425be23-39f6-4351-a7fd-90fe7ae3577e/episodes/61da89ec-4233-4f1d-aea6-0e18d678ec67/transcripts.txt" type="text/plain"/><itunes:summary>&lt;p&gt;A Copa do Mundo acabou e para quem é fã do futebol, o sentimento é quase de “ressaca”. O evento só volta daqui quatro anos. Mas antes que o assunto esfrie e talvez como uma cura para a ressaca de Copa, o Variável Omitida vai tratar da economia da Copa do Mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse episódio, trazemos conjecturas, teorias, dados e opiniões de pesquisadores que estudam os chamados mega-eventos esportivos, em particular a Copa do Mundo da FIFA. A principal conclusão de todos eles é sobre como esse tipo de evento é sempre deficitário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, embora na hora de “passar a régua” a conta de receitas e despesas sempre seja negativa, há quem sempre fique com os lucros e quem sempre fica com o prejuízo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E há ainda, do ponto de vista das escolhas de políticas públicas, aquilo que ficou gravado na sinceridade de um dos nossos maiores ídolos futebolísticos. Ao ser perguntado se a população não preferiria a construção de hospitais aos estádios antes da Copa de 2014, Ronaldo Fenômeno vaticinou: “Copa não se faz com hospitais, Copa se faz com estádios”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Artigo do professor Victor Matheson sobre a Economia das Copas: &lt;a rel=&quot;noopener noreferrer nofollow&quot; href=&quot;https://crossworks.holycross.edu/econ_working_papers/180/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://crossworks.holycross.edu/econ_working_papers/180/&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Artigos dos pesquisadores da Universidade de Lausanne sobre custos e receitas dos megaeventos: &lt;a rel=&quot;noopener noreferrer nofollow&quot; href=&quot;https://api.unil.ch/iris/server/api/core/bitstreams/ea19915c-3c0d-4901-8446-76b48a90cdee/content&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://api.unil.ch/iris/server/api/core/bitstreams/ea19915c-3c0d-4901-8446-76b48a90cdee/content&lt;/a&gt; (Martin Müller, David Gogishvili e Sven Daniel Wolfe)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Artigo de Bent Flyvbjerg sobre os quatro fatores “sublimes” dos megaprojetos: &lt;a rel=&quot;noopener noreferrer nofollow&quot; href=&quot;https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=2424835&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=2424835&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Artigo sobre a promessa de Infantino de quadruplicar as receitas da FIFA, as reestruturações da Copa do Mundo de 2026, a avaliação do controlador-geral de Nova Iorque e a opinião do prof. Victor Matheson sobre a injustiça da Copa no artigo da Fortune, as reservas canceladas da FIFA e os preços dos trens para Nova Jersey: &lt;a rel=&quot;noopener noreferrer nofollow&quot; href=&quot;https://fortune.com/2026/06/19/fifa-biggest-payday-world-cup-history-host-cities-foot-bill/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://fortune.com/2026/06/19/fifa-biggest-payday-world-cup-history-host-cities-foot-bill/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Link do relatório da Associação de Hotéis dos Estados Unidos: &lt;a rel=&quot;noopener noreferrer nofollow&quot; href=&quot;https://www.ahla.com/resource/us-hotel-outlook-report-fifa-world-cup-2026&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://www.ahla.com/resource/us-hotel-outlook-report-fifa-world-cup-2026&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Relatório do FMI sobre a Copa do Catar: &lt;a rel=&quot;noopener noreferrer nofollow&quot; href=&quot;https://www.imf.org/-/media/files/publications/selected-issues-papers/2024/english/sipea2024011.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://www.imf.org/-/media/files/publications/selected-issues-papers/2024/english/sipea2024011.pdf&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Imagens de IA criados com Google Gemini&lt;/p&gt;</itunes:summary><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:duration>00:50:32</itunes:duration><itunes:image href="https://hosting-media.riverside.com/media/imports/podcasts/3425be23-39f6-4351-a7fd-90fe7ae3577e/46290454-1783537175049-c37554073d0d.jpg"/><itunes:season>1</itunes:season><itunes:episode>1</itunes:episode><itunes:title>#1 - A Economia das Copas</itunes:title><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title><![CDATA[#1 Piloto - Democracia e Crescimento]]></title><description><![CDATA[<p>Esse primeiro episódio-piloto discute a complexa relação entre economia e democracia. Especificamente, debatemos a literatura teórica e empírica que procura responder se a adoção da democracia por um país é positiva para o crescimento econômico. Embora seja razoável supor que a democracia esteja entre as causas do crescimento econômico, é preciso considerar que o crescimento econômico pode ser um dos fatores que leva uma sociedade à adoção do regime democrático. </p><p> </p><p>Passando pela difícil definição de democracia, a análise relata que o debate acadêmico evoluiu de um cenário em que as respostas eram imprecisas e discordantes, para um certo consenso de que a democracia afeta positivamente a economia. Isso mesmo considerando exceções de crescimento em autocracias, como o sempre citado exemplo da China. </p><p> </p><p>Em vista desse consenso, na conclusão do episódio, levanta-se uma reflexão provocativa e central. Se a democracia causa crescimento econômico, então ela pode ou deve ser vista apenas como um instrumento utilitário para gerar riqueza? Será que a democracia deve ser adotada porque, do ponto de vista econômico, ela “se paga” em termos de um maior PIB? Ou a democracia deve ser defendida como um valor político fundamental em si mesma, independentemente de trazer ou não retornos econômicos diretos para a sociedade?</p>]]></description><link>https://podcasters.spotify.com/pod/show/marco459/episodes/1-Piloto---Democracia-e-Crescimento-e3lr094</link><guid isPermaLink="false">4b2bc147-d283-4b18-ab32-095e6b61997b</guid><dc:creator><![CDATA[Marco Cavalieri e Lizandra Teider]]></dc:creator><pubDate>Wed, 08 Jul 2026 18:50:40 GMT</pubDate><enclosure url="https://api.riverside.com/hosting-analytics/media/b5770080f0ae06ccf689b292188943e980e06ceb29c38ee0f795641c720373a4/eyJlcGlzb2RlSWQiOiIxNTdiNzYyZi0xZjAxLTRlNTItODVlMC1kNWUwMWFiODQ4NjUiLCJwb2RjYXN0SWQiOiIzNDI1YmUyMy0zOWY2LTQzNTEtYTdmZC05MGZlN2FlMzU3N2UiLCJhY2NvdW50SWQiOiI2YTJlZDY2YjVjOWU1MDNjZWEwMjU4MzkiLCJwYXRoIjoibWVkaWEvaW1wb3J0cy9wb2RjYXN0cy8zNDI1YmUyMy0zOWY2LTQzNTEtYTdmZC05MGZlN2FlMzU3N2UvZXBpc29kZXMvMTU3Yjc2MmYtMWYwMS00ZTUyLTg1ZTAtZDVlMDFhYjg0ODY1L2NjNzg1ZTYwLWRkNzQtMTUwMi03ZGU1LTk1M2M4ZTM3MWJiMC5tNGEifQ==.m4a" length="49766757" type="audio/x-m4a"/><itunes:summary>&lt;p&gt;Esse primeiro episódio-piloto discute a complexa relação entre economia e democracia. Especificamente, debatemos a literatura teórica e empírica que procura responder se a adoção da democracia por um país é positiva para o crescimento econômico. Embora seja razoável supor que a democracia esteja entre as causas do crescimento econômico, é preciso considerar que o crescimento econômico pode ser um dos fatores que leva uma sociedade à adoção do regime democrático. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Passando pela difícil definição de democracia, a análise relata que o debate acadêmico evoluiu de um cenário em que as respostas eram imprecisas e discordantes, para um certo consenso de que a democracia afeta positivamente a economia. Isso mesmo considerando exceções de crescimento em autocracias, como o sempre citado exemplo da China. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em vista desse consenso, na conclusão do episódio, levanta-se uma reflexão provocativa e central. Se a democracia causa crescimento econômico, então ela pode ou deve ser vista apenas como um instrumento utilitário para gerar riqueza? Será que a democracia deve ser adotada porque, do ponto de vista econômico, ela “se paga” em termos de um maior PIB? Ou a democracia deve ser defendida como um valor político fundamental em si mesma, independentemente de trazer ou não retornos econômicos diretos para a sociedade?&lt;/p&gt;</itunes:summary><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:duration>00:59:32</itunes:duration><itunes:image href="https://hosting-media.riverside.com/media/imports/podcasts/3425be23-39f6-4351-a7fd-90fe7ae3577e/episodes/157b762f-1f01-4e52-85e0-d5e01ab84865/46290454-1783533881502-e9dff28754a8f.jpg"/><itunes:season>1</itunes:season><itunes:title>#1 Piloto - Democracia e Crescimento</itunes:title><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item></channel></rss>