<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:psc="http://podlove.org/simple-chapters" xmlns:podcast="https://podcastindex.org/namespace/1.0"><channel><title><![CDATA[Antes da Pena]]></title><description><![CDATA[Esse podcast tenta trazer um olhar para nossa sociedade antes da punição, ou melhor, antes dela acontecer. 

Sempre baseado nas ciências sociais, o objetivo é pensar na nossa sociedade e como construímos a nossa realidade frente às punições. Mas não necessariamente partindo da pergunta "por que punimos", mas sim "o que vem antes da pena?". 

]]></description><link>https://podcasters.spotify.com/pod/show/antes-da-pena</link><generator>Riverside.fm (https://riverside.com)</generator><lastBuildDate>Sun, 27 Sep 2026 19:56:56 GMT</lastBuildDate><atom:link href="https://api.riverside.com/hosting/HDPDfkQm.rss" rel="self" type="application/rss+xml"/><author><![CDATA[Antes da Pena]]></author><pubDate>Thu, 16 Apr 2026 22:45:50 GMT</pubDate><copyright><![CDATA[2026 Antes da Pena]]></copyright><language><![CDATA[pt]]></language><ttl>60</ttl><category><![CDATA[Social Sciences]]></category><itunes:author>Antes da Pena</itunes:author><itunes:summary>Esse podcast tenta trazer um olhar para nossa sociedade antes da punição, ou melhor, antes dela acontecer. 

Sempre baseado nas ciências sociais, o objetivo é pensar na nossa sociedade e como construímos a nossa realidade frente às punições. Mas não necessariamente partindo da pergunta &quot;por que punimos&quot;, mas sim &quot;o que vem antes da pena?&quot;. 

</itunes:summary><itunes:type>episodic</itunes:type><itunes:owner><itunes:name>Antes da Pena</itunes:name><itunes:email>antesdapena@gmail.com</itunes:email></itunes:owner><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:category text="Science"><itunes:category text="Social Sciences"/></itunes:category><itunes:image href="https://hosting-media.riverside.com/media/imports/podcasts/6195f315-db16-4c5c-bbdc-c1e551e03b6e/39345372-1700661499563-f1b18b20b4da.jpg"/><item><title><![CDATA[#6 - Reduzindo os danos]]></title><description><![CDATA[<p>Falar sobre drogas é também falar sobre moralismo, sobre políticas e as formas pelas quais a sociedade escolhe lidar com determinadas experiências e existências.<br /></p><p>Nesse episódio converso com Uno, criador da página @sento.mesmo, sobre redução de danos no uso de drogas (mas não só), os limites do discurso moralista e a necessidade de mudar o foco da nossa conversa e da nossa política sobre o uso de drogas.</p><p></p><p>Em vez de reduzir o debate à culpa, à proibição e à abstinência como únicos horizontes possíveis, discutimos a importância de olhar para o consumo de drogas, pelas experiências concretas de quem faz uso e da realidade de vida dessas pessoas. </p><p>Uma mudança de perspectiva que nos permite pensar o cuidado para além do julgamento e compreender por que o moralismo, longe de resolver o problema, frequentemente aprofunda ainda mais seus efeitos sem trazer nenhuma mudança prática que seja, de fato, positiva.</p><p></p><p>Um episódio sobre drogas, cuidado e a urgência de deslocar o olhar para transformar a realidade.<br /><br />Siga o Uno nas redes através do @sento.mesmo</p>]]></description><guid isPermaLink="false">d8455637-7bf7-4ac2-a517-7e7469fab419</guid><dc:creator><![CDATA[Antes da Pena]]></dc:creator><pubDate>Mon, 21 Sep 2026 15:29:56 GMT</pubDate><enclosure url="https://api.riverside.com/hosting-analytics/media/0666ae2620a38e76356a07ca06f966c301709b77093452143a7b226d20e80d25/eyJlcGlzb2RlSWQiOiJkODQ1NTYzNy03YmY3LTRhYzItYTUxNy03ZTc0NjlmYWI0MTkiLCJwb2RjYXN0SWQiOiI2MTk1ZjMxNS1kYjE2LTRjNWMtYmJkYy1jMWU1NTFlMDNiNmUiLCJhY2NvdW50SWQiOiI2OWI0MGUzM2Q5NGQ0YTQwZDFjNGEyYTYiLCJwYXRoIjoibWVkaWEvY2xpcHMvNmFiMTRkNzQ4MTVkODdjNzk3ZGY4N2JlL2FudGVzLWRhLXBlbmFzLXN0dWRpby0yMDI2LTktMjFfXzE1LTI5LTU5Lm1wMyJ9.mp3" length="69772687" type="audio/mpeg"/><podcast:transcript url="https://hosting-media.riverside.com/media/podcasts/6195f315-db16-4c5c-bbdc-c1e551e03b6e/episodes/d8455637-7bf7-4ac2-a517-7e7469fab419/transcripts.txt" type="text/plain"/><itunes:summary>&lt;p&gt;Falar sobre drogas é também falar sobre moralismo, sobre políticas e as formas pelas quais a sociedade escolhe lidar com determinadas experiências e existências.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse episódio converso com Uno, criador da página @sento.mesmo, sobre redução de danos no uso de drogas (mas não só), os limites do discurso moralista e a necessidade de mudar o foco da nossa conversa e da nossa política sobre o uso de drogas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em vez de reduzir o debate à culpa, à proibição e à abstinência como únicos horizontes possíveis, discutimos a importância de olhar para o consumo de drogas, pelas experiências concretas de quem faz uso e da realidade de vida dessas pessoas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma mudança de perspectiva que nos permite pensar o cuidado para além do julgamento e compreender por que o moralismo, longe de resolver o problema, frequentemente aprofunda ainda mais seus efeitos sem trazer nenhuma mudança prática que seja, de fato, positiva.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um episódio sobre drogas, cuidado e a urgência de deslocar o olhar para transformar a realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Siga o Uno nas redes através do @sento.mesmo&lt;/p&gt;</itunes:summary><itunes:explicit>yes</itunes:explicit><itunes:duration>00:48:27</itunes:duration><itunes:image href="https://hosting-media.riverside.com/media/podcasts/6195f315-db16-4c5c-bbdc-c1e551e03b6e/episodes/d8455637-7bf7-4ac2-a517-7e7469fab419/images/16334fa0-e6d5-43f8-b50d-2725762d39d5.png"/><itunes:season>1</itunes:season><itunes:episode>6</itunes:episode><itunes:title>#6 - Reduzindo os danos</itunes:title><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title><![CDATA[#5 - Internação compulsória ]]></title><description><![CDATA[<p>Não é novidade que as políticas higienistas têm ganhado cada vez mais espaço na agenda política, seja ela municipal, estadual ou federal. Esconder, afastar, remover, internar. Ou seja, tratar indivíduos tidos como indesejados como se fossem lixo.</p><p>A internação compulsória voltou a ocupar espaço na política nacional sob o discurso do cuidado, como uma nova (que de nova não tem absolutamente nada) forma de lidar com pessoas em sofrimento em razão do uso de álcool e outras drogas e que se encontram em situação de extrema vulnerabilidade, muitas vezes sem ter onde morar.</p><p></p><p>Olhar para essa realidade a partir da ótica higienista parece apontar para um único caminho: tirar essas pessoas do campo de visão. Controlar o cenário urbano por meio de leis que as escondam e, agora, as internem compulsoriamente. A lógica é punitivista; porque a internação aparece como solução imediata quando, na verdade, a internação compulsória deveria ser a última alternativa ou, como gostamos de dizer no direito penal, a <i>ultima ratio</i>.</p><p></p><p>Do mesmo modo como no sistema penal, que faz da prisão a primeira resposta, a internação compulsória retorna ao cenário urbano ainda mais disfarçada. Agora, ela é apresentada como cuidado. Será?</p><p></p><p>No episódio de hoje, conversei com a psicóloga e analista Thaís Souza, que atua no cuidado de pessoas em situação de vulnerabilidade, em sua grande maioria pessoas que fazem uso de álcool e outras drogas, para entender melhor esse retorno da lógica manicomial e a forma como ela caminha lado a lado com a lógica da punição no Brasil.<br /></p><p>A Thais recomendou o perfil @ccedelei</p><p></p><p>Não se esqueça de seguir o perfil do podcast no instagram:</p><p>@antesdapena</p><p>e de conferir os textos e publicações no site:<br /><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.antesdapena.com" target="_blank">www.antesdapena.com</a></p><p></p><p></p><p></p>]]></description><guid isPermaLink="false">fa6a8e4e-d02c-4cc8-9bb7-8e67bdcb8cb5</guid><dc:creator><![CDATA[Antes da Pena]]></dc:creator><pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:32:10 GMT</pubDate><enclosure url="https://api.riverside.com/hosting-analytics/media/f2debfacb2136076096b8b9f2623a7cafeaf8fbf5599b810092f7e3f732b8dd0/eyJlcGlzb2RlSWQiOiJmYTZhOGU0ZS1kMDJjLTRjYzgtOWJiNy04ZTY3YmRjYjhjYjUiLCJwb2RjYXN0SWQiOiI2MTk1ZjMxNS1kYjE2LTRjNWMtYmJkYy1jMWU1NTFlMDNiNmUiLCJhY2NvdW50SWQiOiI2OWI0MGUzM2Q5NGQ0YTQwZDFjNGEyYTYiLCJwYXRoIjoibWVkaWEvY2xpcHMvNmEzYjI5MTA5NDUzOGRkOTljYjA4ZjMxL2FudGVzLWRhLXBlbmFzLXN0dWRpby1jb21wb3Nlci0yMDI2LTYtMjRfXzItNDctMTIubXAzIn0=.mp3" length="26714924" type="audio/mpeg"/><podcast:transcript url="https://hosting-media.riverside.com/media/podcasts/6195f315-db16-4c5c-bbdc-c1e551e03b6e/episodes/fa6a8e4e-d02c-4cc8-9bb7-8e67bdcb8cb5/transcripts.txt" type="text/plain"/><itunes:summary>&lt;p&gt;Não é novidade que as políticas higienistas têm ganhado cada vez mais espaço na agenda política, seja ela municipal, estadual ou federal. Esconder, afastar, remover, internar. Ou seja, tratar indivíduos tidos como indesejados como se fossem lixo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A internação compulsória voltou a ocupar espaço na política nacional sob o discurso do cuidado, como uma nova (que de nova não tem absolutamente nada) forma de lidar com pessoas em sofrimento em razão do uso de álcool e outras drogas e que se encontram em situação de extrema vulnerabilidade, muitas vezes sem ter onde morar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Olhar para essa realidade a partir da ótica higienista parece apontar para um único caminho: tirar essas pessoas do campo de visão. Controlar o cenário urbano por meio de leis que as escondam e, agora, as internem compulsoriamente. A lógica é punitivista; porque a internação aparece como solução imediata quando, na verdade, a internação compulsória deveria ser a última alternativa ou, como gostamos de dizer no direito penal, a &lt;i&gt;ultima ratio&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Do mesmo modo como no sistema penal, que faz da prisão a primeira resposta, a internação compulsória retorna ao cenário urbano ainda mais disfarçada. Agora, ela é apresentada como cuidado. Será?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No episódio de hoje, conversei com a psicóloga e analista Thaís Souza, que atua no cuidado de pessoas em situação de vulnerabilidade, em sua grande maioria pessoas que fazem uso de álcool e outras drogas, para entender melhor esse retorno da lógica manicomial e a forma como ela caminha lado a lado com a lógica da punição no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Thais recomendou o perfil @ccedelei&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não se esqueça de seguir o perfil do podcast no instagram:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;@antesdapena&lt;/p&gt;&lt;p&gt;e de conferir os textos e publicações no site:&lt;br /&gt;&lt;a rel=&quot;noopener noreferrer nofollow&quot; href=&quot;http://www.antesdapena.com&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;www.antesdapena.com&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</itunes:summary><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:duration>00:55:39</itunes:duration><itunes:image href="https://hosting-media.riverside.com/media/podcasts/6195f315-db16-4c5c-bbdc-c1e551e03b6e/episodes/fa6a8e4e-d02c-4cc8-9bb7-8e67bdcb8cb5/images/cf62dbf3-d501-494e-bd4d-2c9f7a12661e.png"/><itunes:season>1</itunes:season><itunes:episode>5</itunes:episode><itunes:title>#5 - Internação compulsória </itunes:title><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title><![CDATA[O que vem antes da pena?]]></title><description><![CDATA[<p>Essa nada mais é do que a introdução desse projeto pessoal que tem início com essa pergunta: o que vem antes da pena?</p>
<p><br /></p>
<p>A realidade violenta com a qual estamos acostumados e acostumadas (será que estamos?) muitas vezes nos distância de reflexões importantes sobre tudo que nos circunda. Pensar em uma sociedade mais justa e equânime não me parece um sonho utópico (mesmo que muitas vezes "utópico"seja utilizado para abafar uma ideia, torná-la distante o suficiente para que sequer pensemos sobre ela), mas algo a se fazer. </p>
<p>E é assim, abrindo parênteses, questionando e buscando que pretendo seguir com esse podcast. Pensar em tudo que vem antes da pena. E de fato, o que é a pena? Por que ela existe? E as perguntas vão aumentando... </p>
<p>Pensar e refletir sobre a realidade na qual vivemos e nos é posta exige questionamento, indignação e força para mudar. </p>
<p><br /></p>
<p>Me siga nas redes.</p>
<p>IG: @rlibaneo</p>
<p>TT e BlueSky: @rafalibaneo</p>
<p>Tiktok: @rafalibaneo</p>
<p><br /></p>
]]></description><link>https://podcasters.spotify.com/pod/show/antes-da-pena/episodes/O-que-vem-antes-da-pena-e2ai9bh</link><guid isPermaLink="false">db3cb21e-a505-471b-ad27-64ef6e000c60</guid><dc:creator><![CDATA[Antes da Pena]]></dc:creator><pubDate>Sat, 14 Oct 2023 13:00:00 GMT</pubDate><enclosure url="https://api.riverside.com/hosting-analytics/media/96059563fbf437ee5c8073e4c3bcfe0b3ddf9bf25d996d856769b35de63317a3/eyJlcGlzb2RlSWQiOiIxZDUwZDY4Yi02MmRmLTQ0NjgtYTE1ZS1kNGRmNDA3ZDllODYiLCJwb2RjYXN0SWQiOiI2MTk1ZjMxNS1kYjE2LTRjNWMtYmJkYy1jMWU1NTFlMDNiNmUiLCJhY2NvdW50SWQiOiI2OWI0MGUzM2Q5NGQ0YTQwZDFjNGEyYTYiLCJwYXRoIjoibWVkaWEvaW1wb3J0cy9wb2RjYXN0cy82MTk1ZjMxNS1kYjE2LTRjNWMtYmJkYy1jMWU1NTFlMDNiNmUvZXBpc29kZXMvMWQ1MGQ2OGItNjJkZi00NDY4LWExNWUtZDRkZjQwN2Q5ZTg2L2M2NDA0NWIyLTE4NTAtYjAwYS02ZDIzLTcxOWQyMmE1NjQyZi5tcDMifQ==.mp3" length="2314694" type="audio/mpeg"/><itunes:summary>&lt;p&gt;Essa nada mais é do que a introdução desse projeto pessoal que tem início com essa pergunta: o que vem antes da pena?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A realidade violenta com a qual estamos acostumados e acostumadas (será que estamos?) muitas vezes nos distância de reflexões importantes sobre tudo que nos circunda. Pensar em uma sociedade mais justa e equânime não me parece um sonho utópico (mesmo que muitas vezes &quot;utópico&quot;seja utilizado para abafar uma ideia, torná-la distante o suficiente para que sequer pensemos sobre ela), mas algo a se fazer. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E é assim, abrindo parênteses, questionando e buscando que pretendo seguir com esse podcast. Pensar em tudo que vem antes da pena. E de fato, o que é a pena? Por que ela existe? E as perguntas vão aumentando... &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pensar e refletir sobre a realidade na qual vivemos e nos é posta exige questionamento, indignação e força para mudar. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Me siga nas redes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;IG: @rlibaneo&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;TT e BlueSky: @rafalibaneo&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tiktok: @rafalibaneo&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
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]]></description><link>https://podcasters.spotify.com/pod/show/antes-da-pena/episodes/02-Punitivismo-e2ppi1j</link><guid isPermaLink="false">7112a03f-83a2-43b8-81a1-eca9102845d8</guid><dc:creator><![CDATA[Antes da Pena]]></dc:creator><pubDate>Thu, 17 Oct 2024 06:22:15 GMT</pubDate><enclosure url="https://api.riverside.com/hosting-analytics/media/3e5b617148a36ff28486de159d6a52d0fafa984bc088e288ee8c3dc93de0b4a9/eyJlcGlzb2RlSWQiOiIyOWEwNjlmOS1kMmQ3LTRmZDQtYTRhOC1iZTE4MTE2MzUwZjUiLCJwb2RjYXN0SWQiOiI2MTk1ZjMxNS1kYjE2LTRjNWMtYmJkYy1jMWU1NTFlMDNiNmUiLCJhY2NvdW50SWQiOiI2OWI0MGUzM2Q5NGQ0YTQwZDFjNGEyYTYiLCJwYXRoIjoibWVkaWEvaW1wb3J0cy9wb2RjYXN0cy82MTk1ZjMxNS1kYjE2LTRjNWMtYmJkYy1jMWU1NTFlMDNiNmUvZXBpc29kZXMvMjlhMDY5ZjktZDJkNy00ZmQ0LWE0YTgtYmUxODExNjM1MGY1LzAzODViZGFlLWU5MDctZmMxMy0zYTlhLThjZTA2YTM2MTJjOS5tcDMifQ==.mp3" length="28658723" type="audio/mpeg"/><itunes:summary>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
</itunes:summary><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:duration>00:19:53</itunes:duration><itunes:image href="https://hosting-media.riverside.com/media/imports/podcasts/6195f315-db16-4c5c-bbdc-c1e551e03b6e/episodes/29a069f9-d2d7-4fd4-a4a8-be18116350f5/39345372-1729146112177-8a62aa113555b.jpg"/><itunes:season>1</itunes:season><itunes:episode>2</itunes:episode><itunes:title>#02 Punitivismo</itunes:title><itunes:episodeType>full</itunes:episodeType></item><item><title><![CDATA[#03 - Um Conservadorismo Nada Novo]]></title><description><![CDATA[<p>Depois do sucesso do filme <em>Ainda Estou Aqui</em>, muita gente voltou a falar da ditadura — inclusive quem ainda a defende. A surpresa? Jovens no TikTok criando <em>trend</em> pra exaltar o regime militar, usando até música de protesto como trilha.</p><p>Neste episódio, eu, Rafa Libaneo, converso com o professor Augusto Jobim pra entender o que essa onda conservadora entre jovens tem a ver com a nossa história mal contada — e como ela alimenta uma cultura cada vez mais punitiva.</p><p><br /></p><p>ARTIGOS DO PROFESSOR AUGUSTO JOBIM:</p><p><a href="https://diplomatique.org.br/brasil-como-laboratorio-da-insurreicao-fascista-i/" rel="noopener noreferrer nofollow" target="_blank">Brasil como laboratório da insurreição fascista – I</a></p><p><a href="https://diplomatique.org.br/brasil-como-laboratorio-da-insurreicao-fascista-ii/" rel="noopener noreferrer nofollow" target="_blank">Brasil como laboratório da insurreição fascista – II</a></p><p><a href="https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistadestrocos/article/view/46400" rel="noopener noreferrer nofollow" target="_blank">Neoliberalismo, contrarrevolução e pós-fascismo no Brasil</a></p><p><a href="https://read.dukeupress.edu/south-atlantic-quarterly/article/123/2/385/385459/Brazil-as-a-Laboratory-for-Fascist-Uprising" rel="noopener noreferrer nofollow" target="_blank">Brazil as a Laboratory for Fascist Uprising </a></p><p>Você pode encontrar os livros aqui:</p><p> <a href="https://editorial.tirant.com/br/servlet/genSearch?busqueda=Augusto+Jobim" rel="noopener noreferrer nofollow" target="_blank">Tirant Lo Blanch</a></p><p><br /></p><p>Você também seguir o podcast no instagram: @antesdapena</p><p><br /></p><p><br /></p>
]]></description><link>https://podcasters.spotify.com/pod/show/antes-da-pena/episodes/03---Um-Conservadorismo-Nada-Novo-e32ufjt</link><guid isPermaLink="false">69441c7e-c79d-413d-925b-a234cddbad47</guid><dc:creator><![CDATA[Antes da Pena]]></dc:creator><pubDate>Fri, 16 May 2025 14:15:32 GMT</pubDate><enclosure url="https://api.riverside.com/hosting-analytics/media/b82b5a0abe3315e5cbe37fe6906a8b49d77f59b24ff17891cad89cd0a048efcc/eyJlcGlzb2RlSWQiOiJkOTlmNjcyYi04MGNkLTRkNzUtOTk5YS02YjY1Y2I0NjM5ZTEiLCJwb2RjYXN0SWQiOiI2MTk1ZjMxNS1kYjE2LTRjNWMtYmJkYy1jMWU1NTFlMDNiNmUiLCJhY2NvdW50SWQiOiI2OWI0MGUzM2Q5NGQ0YTQwZDFjNGEyYTYiLCJwYXRoIjoibWVkaWEvaW1wb3J0cy9wb2RjYXN0cy82MTk1ZjMxNS1kYjE2LTRjNWMtYmJkYy1jMWU1NTFlMDNiNmUvZXBpc29kZXMvZDk5ZjY3MmItODBjZC00ZDc1LTk5OWEtNmI2NWNiNDYzOWUxLzExN2RmMjc4LTJkMGEtZTYzNC03ZDRlLWNiM2U5MzgyNmY2Yi5tcDMifQ==.mp3" length="57881483" type="audio/mpeg"/><itunes:summary>&lt;p&gt;Depois do sucesso do filme &lt;em&gt;Ainda Estou Aqui&lt;/em&gt;, muita gente voltou a falar da ditadura — inclusive quem ainda a defende. A surpresa? Jovens no TikTok criando &lt;em&gt;trend&lt;/em&gt; pra exaltar o regime militar, usando até música de protesto como trilha.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Neste episódio, eu, Rafa Libaneo, converso com o professor Augusto Jobim pra entender o que essa onda conservadora entre jovens tem a ver com a nossa história mal contada — e como ela alimenta uma cultura cada vez mais punitiva.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;ARTIGOS DO PROFESSOR AUGUSTO JOBIM:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://diplomatique.org.br/brasil-como-laboratorio-da-insurreicao-fascista-i/&quot; rel=&quot;noopener noreferrer nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Brasil como laboratório da insurreição fascista – I&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://diplomatique.org.br/brasil-como-laboratorio-da-insurreicao-fascista-ii/&quot; rel=&quot;noopener noreferrer nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Brasil como laboratório da insurreição fascista – II&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistadestrocos/article/view/46400&quot; rel=&quot;noopener noreferrer nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Neoliberalismo, contrarrevolução e pós-fascismo no Brasil&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://read.dukeupress.edu/south-atlantic-quarterly/article/123/2/385/385459/Brazil-as-a-Laboratory-for-Fascist-Uprising&quot; rel=&quot;noopener noreferrer nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Brazil as a Laboratory for Fascist Uprising &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Você pode encontrar os livros aqui:&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;a href=&quot;https://editorial.tirant.com/br/servlet/genSearch?busqueda=Augusto+Jobim&quot; rel=&quot;noopener noreferrer nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Tirant Lo Blanch&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Você também seguir o podcast no instagram: @antesdapena&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
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</p>
<p>É impossível começar a falar sobre a pena no Brasil sem antes falar de quem são as centenas de milhares de corpos privados de liberdade no país.</p>
<p>As informações obre a quantidade de pessoas privadas de liberdade não é precisa: segundo o Banco Nacional de Monitoramento de Prisões do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), durante a pandemia de COVID-19, o Brasil passou a marca de 900 mil pessoas presas, entre aqueles atrás das grades e aqueles em prisão domiciliar. Já segundo o Departamento Penitenciário Nacional, órgão que atua oferecendo apoio técnico e financeiro para a administracao de presídios no Brasil, o número de presos em celas è de 661.915. O número de pessoas em prisão domiciliar seria de 175.528 pessoas. Somando, o número ainda è discrepante com aquele fornecido pelo Banco Nacional de Monitoramento de prisões do CNJ. Para
ser mais exato, 919.651 contra 837.442, uma diferença de mais de 82 mil presos. De qualquer forma, ambos os números nos colocam como a terceira maior população carcerária do planeta. </p>
<p>Essa diferença
gritando de corpos encarcerados no Brasil nos mostra muita coisa, mas principalmente que alguns corpos valem mais que outros. </p>
<p><strong>Bem
vindos ao Antes de Pena. </strong></p>
<p>












</p>
<p><br /></p>
]]></description><link>https://podcasters.spotify.com/pod/show/antes-da-pena/episodes/1---Desumanizao-e2b19n4</link><guid isPermaLink="false">59332c15-10aa-4151-9b7d-10cad205377f</guid><dc:creator><![CDATA[Antes da Pena]]></dc:creator><pubDate>Wed, 25 Oct 2023 13:00:00 GMT</pubDate><enclosure url="https://api.riverside.com/hosting-analytics/media/e06365a4f146bfd2115eb5a3126ffa6d1b4b1e84d3c2a99a8ee9a8e77785fcde/eyJlcGlzb2RlSWQiOiJmNTMyMDFlZC0xZDVhLTRhYzctYTYxZS0yZmZiOTQwMzExYzEiLCJwb2RjYXN0SWQiOiI2MTk1ZjMxNS1kYjE2LTRjNWMtYmJkYy1jMWU1NTFlMDNiNmUiLCJhY2NvdW50SWQiOiI2OWI0MGUzM2Q5NGQ0YTQwZDFjNGEyYTYiLCJwYXRoIjoibWVkaWEvaW1wb3J0cy9wb2RjYXN0cy82MTk1ZjMxNS1kYjE2LTRjNWMtYmJkYy1jMWU1NTFlMDNiNmUvZXBpc29kZXMvZjUzMjAxZWQtMWQ1YS00YWM3LWE2MWUtMmZmYjk0MDMxMWMxL2Y1NWVjZWQ3LWFkNDItZWQxNS05NmY0LTcwOWI3N2VmYmNiYS5tcDMifQ==.mp3" length="13579057" type="audio/mpeg"/><itunes:summary>&lt;p&gt;Atualmente vivemos em um contexto social extremamente complexo. E falar isso pode parecer o clichê dos clichês. Mas você já parou para pensar no tipo de discurso que vem sendo naturalizado no Brasil? 
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É impossível começar a falar sobre a pena no Brasil sem antes falar de quem são as centenas de milhares de corpos privados de liberdade no país.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As informações obre a quantidade de pessoas privadas de liberdade não é precisa: segundo o Banco Nacional de Monitoramento de Prisões do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), durante a pandemia de COVID-19, o Brasil passou a marca de 900 mil pessoas presas, entre aqueles atrás das grades e aqueles em prisão domiciliar. Já segundo o Departamento Penitenciário Nacional, órgão que atua oferecendo apoio técnico e financeiro para a administracao de presídios no Brasil, o número de presos em celas è de 661.915. O número de pessoas em prisão domiciliar seria de 175.528 pessoas. Somando, o número ainda è discrepante com aquele fornecido pelo Banco Nacional de Monitoramento de prisões do CNJ. Para
ser mais exato, 919.651 contra 837.442, uma diferença de mais de 82 mil presos. De qualquer forma, ambos os números nos colocam como a terceira maior população carcerária do planeta. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa diferença
gritando de corpos encarcerados no Brasil nos mostra muita coisa, mas principalmente que alguns corpos valem mais que outros. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Bem
vindos ao Antes de Pena. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
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